13 setembro 2007

SOLIDÃO















É o sol que não quer nascer
É a lua que brilha em vão
É o emigrar das estrelas
É o nascer de uma solidão
Numa multidão invisível
Porque os meus olhos
Estão molhados e sombrios
Sem esperança, sem luz...
É uma vida sem vida
Um corpo sem alma
Um coração gelado
Um sonho inacabado.
É um olhar perdido
Em busca, em angústia,
No caos dos sentimentos
Porque tu meu amor...
No instante que me deixas
No momento de despedida
Levas sempre contigo...
A vida da minha vida!

8 comentários:

Manuelinho disse...

Pensa que às vezes é preciso partir para voltar.
Belo, a despertar emoções.
Bjs

Sol da meia noite disse...

Poema triste, mas duma beleza sublime!

Há despedidas que arrancam pedaços de nós...

Beijinho!

Nanda Nascimento disse...

Lá se foi todo brilho, todo encatamento.
Lindo quando diz:
"Levas sempre contigo...
A vida da minha vida".
Um grande abraço!!!

Simplesmente... eu! disse...

Passei para agradecer uma visitinha e desejar bom fim de semana.
Beijinhos

Vieira Calado disse...

AS primeiras impressões dizem-me que se trata dum belo blog de poesia. Boa semana.

Plum disse...

Um dia as estrelas sempre voltam!Abraços!***

MARTA disse...

Mas quem tais recordações tem não pode estar verdadeiramente sozinha...
Aprende-se a viver doutra maneira - mas amou e foi amada e quem sabe, pode ser só uma ausência e não uma despedida...
Lindo - adorei cada palavra...
Obrigada pela visita ao Marcos e Eu.
Até já
Beijos e abraços
Marta

João Filipe Ferreira disse...

gostei muito mesmo sendo triste:)
convido-a a participar em www.luso-poemas.net
vai adorar:)
beijinhos de parabens